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Especial - Marketing ROXO

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Torcida: massa burra?


Não sei se alguém já percebeu, mas é muito difícil eu postar alguma coisa “séria” aqui. Pois é, mas quando pisam no meu calo, sai de baixo. Eu solto o verbo.

Pra quem não sabe, sou formado na PUC-Campinas no curso de Publicidade Propaganda e Marketing. Sou fotógrafo e tento ser criativo em tudo que eu faço. Mas claro, nem sempre consigo (ou quase nunca). Nem Nizan Guanaes e Washingon Olivetto são 100% do tempo criativos (e pra falar a verdade, creio que nem 15%), quem dirá minha pessoa.

Pois bem. A imprensa sempre falou muito do “marketing” que o São Paulo faz com todas as suas ações. Na verdade o que o São Paulo sempre fez muito bem foi “propaganda”, que é um dedo de um braço dos mil e um que o marketing oferece. Mas deu certo. O Reffis é conhecido mundialmente como um dos melhores centros de reabilitação de atletas do mundo, o São Paulo é o melhor ambiente pra se trabalhar, time vencedor, etc.

Muitas vezes ouvi nos papos de botequim, li em comunidades do Orkut (claro, vamos encarar, Orkut é uma realidade), que “se meu time soubesse fazer o marketing que o São Paulo faz....”
Pois é, ninguém até ontem fazia.
Até ontem!

O processo de recuperação do Corinthians envolve hoje não só o acesso para a primeira divisão do Campeonato Brasileiro, mas principalmente a reconstrução de sua imagem, de sua credibilidade. Sem contar a readequação financeira e quitação de dívidas herdadas da administração anterior, a maior catástrofe da história do Corinthians.

E está conseguindo. Aos poucos, com muito empenho a imagem do Corinthians está se restabelecendo. Com uma equipe competitiva, um técnico que passa sobriedade e sabedoria o time do Corinthians surpreende neste inicio de temporada, mesmo depois de reformular todo o elenco. De ponta a ponta. A imagem de clube empreendedor começa a se formar.

Quem é o maior responsável por isso tudo? Andrés Sanchez?
Digo de boca cheia que NÃO. No máximo ele fez o bem de nomear Luís Paulo Rosemberg, um dos pais do Plano Cruzado e um dos mais respeitados economistas do Brasil, como Vice-Presidente de Marketing. Luís revolucionou o departamento do time paulista e vem conseguindo proezas jamais conquistadas no futebol nacional.

O bom profissional de marketing é aquele que enxerga no problema uma ótima oportunidade. E foi exatamente isso que o economista fez. Para muitos a queda para a Série B poderia ser considerada uma catástrofe. E foi. Mas poderia ser muito pior.

Um bom exemplo disso é o Palmeiras. Sim, nosso arqui-rival. Somente depois de seis anos de seu rebaixamento à Série B o clube começa a reconstruir sua credibilidade, porém, com as pernas dos outros, recebendo aporte financeiro da TRAFFIC, e assim formando um bom elenco e contratando Vanderley Luxemburgo. O que é preocupante, já que o histórico das conseqüências pós “parcerias” no futebol brasileiro não é dos melhores (para ser bonzinho). Que os diga o mesmo Palmeiras e Corinthians.

Mas nada do que Rosemberg está fazendo é novidade no mundo do futebol. Tudo isso já foi feito, refeito e re-re-refeito na Europa e em outros quatro cantos do mundo. Um marketing de “guerrilha”, que fala diretamente com o torcedor, mexendo com suas emoções, afinal torcedor não age pela razão e sim pela emoção. Futebol é isso. E assim, o Corinthians está se restabelecendo muito rápido. Méritos da visão do economista, que conseguiu rever todos os contratos de patrocínio do clube e simplesmente conseguir os melhores números do Brasil, detalhe, comestando na Série B.

O Palmeiras lançou sua camisa “marca-texto”. Aprovação de uns, reprovação de outros, sucesso de vendas nas lojas. Hoje olhamos a arquibancada do Parque Antártica e vemos uma mescla de verde, branco e amarelo-cheguei-limão. O Palmeiras perdeu sua identidade por conta disso?

Vai o Corinthians e, através do seu departamento de Marketing, lança a campanha com o slogan “Só o Corintiano é Roxo”. Brilhante! É indiscutível a paixão da torcida corintiana pelo seu time, só comparada torcida rubronegra carioca. Uma bela jogada de marketing (uma das) para alavancar a receita do clube.

A cor roxa não é novidade no futebol também. O Real Madrid já usou, a Fiorentina usa, só para citar alguns. Mas...

...no Corinthians tudo é diferente.
Mesmo com 30mil camisas vendidas em 2 dias de lançamento, recorde de vendas, uma certa parte da torcida pode colocar em risco toda uma excelente jogada de marketing. Tudo isso por puro preconceito. Pela ignorância alheia em ligar o Roxo a um personagem supostamente gay dos Telletubbies.

Ontem, durante a primeira partida do Corinthians com a nova camisa, se pôde ouvir uma parcela da torcida gritando que Corinthians é Preto e Branco, querendo usar a tradição como peneira para tapar o preconceito e a ignorância, para não dizer a burrice.

Este tipo de torcedor é que põe em risco o clube. O torcedor alienado, que não consegue perceber que suas críticas de nada ajudam o seu time que passa pela situação mais delicada de sua história.

O Roxo, que já foi símbolo de hombridade na época de Collor, que dizia ter “aquilo roxo”.

Culpa da torcida?
Em grande parte sim. De uma parcela da torcida sim. Mas também houve falha no planejamento estratégico de marketing. Faltou uma inserção mais suave da cor, um processo de identificação, e principalmente, uma acessoria para o Sr. Andrés, que tem espírito empreendedor, mas não sabe lidar com pessoas, quanto mais com a torcida, soltando hora ou outra alguma frase infeliz.

Não defendo aqui um apoio total e irrestrito ao clube. Mesmo porque a crítica é fator importantíssimo. Só existe evolução quando se tem a oposição. Mas a crítica aberta, sem embasamento e sem o intuito construtivo, é prejudicial.
O que deixa um corintiano como eu preocupado é que estes torcedores que hoje reclamam do roxo são os mesmos que antes, nas conversas de botequim e nos fóruns do Orkut, invejavam as ações tricolores.

Minha preocupação é sobre o nascimento de uma “extrema esquerda” como na política nacional. Aquele tipo que é oposição com o único intuito de ser... oposição. A famosa ala “do contra”, que nada de bom adiciona.

É importante que haja um trabalho de conscientização, de esclarecimento e de conquista deste torcedor para o lado do clube. Que haja crítica, que haja a não concordância com algumas ações, mas que todos estejam ali para o bem do Clube. Só assim seremos do tamanho que merecemos.

Este foi apenas um desabafo e um corintiano.. ROXO!

Postado por Unknown às 10:29    

Marcadores: corinthians, corintiano, marketing, pandegao, rosemberg, roxo

Especial - Luto? Nunca!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Peço aqui a licença do meu amigo d'O Fino da Bola, Edula, para tornar público uma mensagem enviada por ele no meu email pessoal.

Brunão, a verdade é a seguinte, a Fiel (e me incluo) já profetizava: Eu nunca vou te abandonar, porque te amo... Caímos! Você vai abandonar o Timão? Nunca! Vamos vencer a série B com 15 pontos de vantagem para o segundo colocado e os times que restarem na A em 2009 vão pensar "vixe... lá vem o TODO PODEROSO!"

Hoje, ao invés de preto, visto o branco. O branco do renascimento. A partir de hoje começa uma nova era no maior do mundo. Ontem, com o rebaixamento, não perdemos nenhum torcedor. Nenhum! E ano que vem, com a volta a Série A, teremos muito mais do que os 30mi de corintianos apostólicos romanos neste mundão de meu Deus.

O guerreiro está ferido, mas não está morto.

Que no Corinthians fiquem apenas os jogadores que tem verdadeira vontade de vestir este manto sagrado. O resto, que vá.

Jogaremos a Série B com muito respeito e com muita garra. 2008 será o ano da redenção. E que Deus e São Jorge iluminem Andrés Sanches. Bons tempos virão.

Fica aqui meu agradecimento a esta torcida maravilhosa, que apoiou o time como sempre e chorou como nunca.

Postado por Unknown às 08:53    

Marcadores: corinthians, corintiano, futebol

Plantão do Pandegão

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Contrariando meu post de ontem, estou hoje aqui, escrevendo mesmo que pouco.

"Só quem é que sabe"

Nada explica mais a paixão corintiana que esta frase. Não adianta. Você não é corintiano, não faz a menor idéia do que significa ser corintiano.

Eu não estou aqui para dizer ou tentar explicar o inexplicável. Sei que quando vi um cartaz, no meio da torcida, escrito "Se o Corinthians jogar no céu, eu morro só pra ver ele jogar" me emocionei. Porque é assim que todo corintiano se sente. Assim como me emocionei lendo a reportagem de Débora Miranda para o GloboEsporte.com, relatando um pouco da paixão que envolve esta torcida.

"Pai, não vou deixar de ser corintiano"

Esta frase, que o garotinho da matéria acima disse, é de arrepiar. É nesta hora que a torcida cresce. Ao contrário do time-da-moda, historicamente é na dificuldade que a torcida alvinegra aumenta. A época em que a torcida mais cresceu foi no jejum de títulos das décadas de 60/70.

"Corintiano, maloqueiro e sofredor, graças a Deus!"

Mais que um simples canto, é um Raio-X do coração alvinegro. Nada nos chega sem sofrimento, sem suor, sem desespero, sem dramaticidade. Não nos sagramos campeões com rodadas de antecedência. Tanto na vitória como na derrota, o sofrimento está cravado no destino da história.
Mas é assim. Uma das explicações pelo amor à este sagrado manto.

"Eu nunca vou te abandonar. Porque eu te amo"

Se o Corinthians jogar no inferno, a gente invade e ainda expulsa o capeta.

"Minha vida, minha história e meu amor"

Assim é. Assim sempre vai ser.

_____________________________________________
A cada bolinha dourada que aparecer durante o jogo vai ser um corintiano a menos no mundo, morto de infarto.

Postado por Unknown às 07:53    

Marcadores: amor, corinthians, corintiano, fiel, paixão

Comunicado Importante

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Este blog comunica que entrou hoje em regime de hibernação e só publicará matérias a partir de segunda-feira.

A redação não se encontra em condições nervosas de escrever qualquer conteúdo que não seja "Protejei-nos, São Jorge!"

Claudinho Mandrake já foi na farmácia e nos trouxe vidros de Maracujina, Rivotril, Valium e Gardenal.

Corintiano é sofredor com orgulho, mas não precisava levar tão ao pé da letra.

Postado por Unknown às 12:57    

Marcadores: comunicado, corinthians, corintiano, são jorge

Pra começar a semana (edição atrasada)

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Manchete da semana:

Corintiano proíbe esposa de vestir "tomara-que-caia"

Aí já é sacanagem...

Postado por Unknown às 12:44    

Marcadores: corinthians, corintiano, frase, semana

Futebol Canarinho - Capítulo IV

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Corintianismo

“O Corinthians é muito mais que um clube de futebol. O Corinthians é uma religião, é uma grande nação, mas muito mais que isso o Corinthians é uma voz, o Corinthians é uma força, é uma forma de expressão que a sua população tem, num país em que os mais fracos social, político e economicamente não tem voz nunca, nesse caso tem. Através do Corinthians eles conseguem se manifestar. A torcida corintiana se utiliza de seu clube, seu time, a sua expressão física como forma de contestação de tudo aquilo que não lhes é dado de direito.”
Citação do ex-jogador Sócrates.

Cinco de Novembro de 1981. Nasce mais uma criança com cara de joelho, mais um corintiano apostólico romano devoto de São Jorge. Para ser bem sincero, não me recordo de como comecei a torcer pelo Corinthians e passo a acreditar que eu já era alvinegro desde a barriga da minha mãe. Esta era a única pessoa que não torcia pelo todo poderoso na família. Pai e avô eram os maiores torcedores. Meu avô, o mais fanático, foi quem me deu a primeira camisa quando eu tinha cinco anos de idade em mil novecentos e dip’n lik.

Nunca fui fanático e nem tinha como ser. Quando comecei a gostar de futebol o Corinthians vinha mal das pernas, início da década de 90, aquela coisa erma que não ganhava nem perdia. Tanto que naquela época meus ídolos eram os folclóricos Viola, Neto e o Tupanzinho. Lembro que em 1992 o Neto foi na escola que eu estudava. Quando vi aquele cara branquelo e gordinho entrando pelo portão da janela da minha sala saí correndo com agenda e caneta nas mãos, largando a professora falando sozinha. Foi o primeiro autógrafo que ganhei na vida. Primeiro e último.

Na minha sala a predominância era de torcedores do São Paulo. Era escola particular com um bando de “preibói” correndo atrás da moda. Nesta época a moda era torcer pelos Bambis, que estavam no auge, ganhando Libertadores e Mundiais um atrás do outro.
Mas existia um corintiano fanático na minha turma. Lembro bem dele. O nome era Antônio e o apelido “Caquinha”, por ele viver com o nariz escorrendo. O garoto era o mais pobre da sala e ia pra escola com a camisa dos Gaviões da Fiel. Eu achava aquilo o máximo. Andava com ele pra todo lado. Éramos os dois mais zoados da escola, aqueles que todo mundo pegava no pé.

Mesmo assim, nunca fui fanático. Eu tentava ser, mas gostava mais de basquete da NBA que de futebol. Torcia pelo Phoenix Suns só por causa do Charles Barkley, que eu achava ser O CARA. Eu colecionava aqueles famosos Cards e fazia escolinha de basquete. Mas como esporte nunca foi minha praia, desisti de jogar pouco depois.

Fui duas vezes no estádio nessa época. As duas vezes assistir Corinthians e Guarani no Brinco de Ouro da Princesa, com meu pai, tio e avô. Nas duas ocasiões 1 a 1. Meio broxante, eu diria. Ou seja, nada colaborava para eu ser fanático.
O ciclo do São Paulo tinha acabado e iniciado o do Palmeiras com a parceria com a Parmalat. Aquele time que era praticamente uma seleção brasileira.
Paulistão de 1993, Corinthians e Palmeiras. O Timão tinha vencido o primeiro jogo por 1 a 0 com gol de Viola e aquela lendária representação de porco na comemoração. Segundo jogo e o Corinthians toma um baile de Edmundo, é goleado e perde a final. Mais água fria na minha tentativa de fanatismo.

Até que o Corinthians começou em 1995 a ganhar títulos. Primeiro o Paulistão, depois a Copa do Brasil. Início da Era Marcelinho “pé de anjo” Carioca, e da onda de “atletas de Cristo”. Ao menos um título por ano. Chega 1998 e pela primeira vez lúcido, eu vejo o Corinthians ser Campeão Brasileiro (eu me lembro vagamente do título de 90, mas muito vagamente mesmo). 1999 e o Todo Poderoso é Bi-Campeão Brasileiro. 2000, título Mundial Interclubes. Surgem meus novos ídolos: Rincón, Luizão, Ricardinho e o maior deles, o Vampeta. Eu já tinha 17 anos e já entendia um pouco de futebol. Vampeta era raçudo, irreverente e corintiano declarado. Ingredientes que todo torcedor do Corinthians gosta.
Era minha hora de virar um corintiano fanático do tipo que não come alface porque é verde. Mas não. Eu vibrava, tirava sarro de torcedor adversário, mas nada de fanatismo.

O tempo passou, e em 2003 comecei a trabalhar em uma grande empresa. Como bom Técnico Mecânico viciado em computador, fui trabalhar como desenhista junto com a peãozada toda. “Deus fez o homem à sua imagem e semelhança. E o diabo, com inveja, fez o peão.” já dizia a sabedoria popular. Foi só o povo descobrir que eu sou corintiano que todo mundo me zoava. Todos achavam que eu era fanático, e quando o Corinthians perdia já vinham me alugar pela semana toda. Eu não entendia porque que eles se importavam tanto com futebol, mas aquela bagunça toda já estava me dando nos nervos. Isso foi fazendo eu me interar mais do assunto, acompanhar campeonatos e assistir mais jogos na TV só para poder no outro dia tirar sarro da peãozada. Foi aí que eu entendi o fanatismo. Fanatismo saudável, eu diria, pois não fico bravo com as brincadeiras dos colegas, mas dou um jeito de sair por cima, como todo corintiano chato.

Hoje me policio para não consultar a Internet de cinco em cinco minutos pra saber das novas noticias, vídeos, etc. sobre o Corinthians. Em dia de jogo fico nervoso, e enquanto assisto fico com as mãos suando, roendo unha e xingando até a nona geração do juiz. Ainda mais que nos últimos tempos nem a diretoria nem o time tem colaborado.

Por fim das contas acabei descobrindo que é difícil ser fanático, mas é muito mais difícil deixar de ser, que o termo “corintiano doente” é a melhor expressão do “corintianismo”, que a citação do Sócrates faz mais sentido do que eu imaginava, e por fim das contas, que ser corintiano é conhecer o céu e o inferno profundamente em questão de minutos e mesmo assim ser cada vez mais apaixonado.

Salve, meu São Jorge.
Vai Curintia!






Postado por Unknown às 00:43    

Marcadores: amor, corinthians, corintiano, doente, fanático, fanatismo, paixão, timão

Futebol Canarinho - Capítulo II

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Carta ao Papa

Vendo TV ontem em casa vi o Papa Bento XVI falando com o povo em São Paulo e acabei tendo uma idéia. Vou mandar uma carta ao chefe da Igreja Católica:

Abençoado senhor Bento XVI,

Venho por meio deste fazer um singelo pedido. Tenho sofrido muito nos últimos anos, sou gozado pelos colegas de trabalho, da faculdade e em todo lugar que passo. Estou já estafado de ser caçoado e desmoralizado por um motivo alheio a meu controle.
Por isso, caro Bento, peço-te que retire a venda dos olhos do treinador do Corinthians, Paulo César Carpegiani, e faça-o enxergar que o Marinho não joga futebol. Caso isto não for possível, retire então a venda dos olhos do Marinho, para que ele possa enxergar a bola ou o atacante que espreita a nossa meta.
Peço também, Papa, que lembre o Santíssimo em suas preces da existência do presidente Dualib, pois creio que ele esqueceu que já chegou a hora deste pobre senhor abotoar o paletó de madeira.
Serei muito grato ao senhor e a Deus caso meus desejos sejam atendidos.

Atenciosamente, um corintiano desesperado.

Postado por Unknown às 08:18    

Marcadores: brasileirão, carta, corinthians, corintiano, futebol, papa, timão

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